A alta demanda em hospitais e centros de saúde por conta da pandemia impulsionou empresas a adaptarem soluções para prestar alguns serviços de saúde com segurança, sem sobrecarregar o sistema. Por conta da alta demanda de atendimentos relacionados à Covid-19, a telemedicina se tornou essencial para diminuir as filas de espera, sanar dúvidas e salvar vidas, preservando a saúde de pacientes e equipes médicas. 

Faz exatamente um ano que foi publicada a Lei Federal que libera o uso da telemedicina em caráter emergencial. Diante das ações de distanciamento social para combater o novo coronavírus, a norma surgiu para garantir o acesso da população à saúde evitando aglomerações desnecessárias. Contudo, a Lei tem validade apenas enquanto durar a pandemia no Brasil. Mesmo assim, especialistas apontam que essa é uma modalidade que veio para ficar, pois não é mais possível regredir os passos de transformação digital do setor. 

Ao oferecer comodidade, segurança e praticidade para médicos e pacientes, a regulamentação permanente da telemedicina ganha apoio de todos os setores da sociedade. Isso porque os efeitos dos atendimentos médicos remotos foram fundamentais na democratização do acesso à saúde. De acordo com dados recentes da pandemia divulgados pela deputada presidente da Frente Parlamentar Mista de Telessaúde, Adriana Ventura (NOVO-SP), foram mais de 75 milhões de atendimentos por meio da telemedicina via SUS. Dos atendimentos concluídos, 4,8 milhões entraram em acompanhamento, sendo que 71% apresentaram melhora e 22% ficaram estáveis. Os números também mostram que a telemedicina não veio para substituir os atendimentos presenciais, pelo contrário. Ainda no recorte dos atendimentos concluídos, 1,8 milhões de pessoas foram encaminhadas para atendimento pré-clínico.

O Governo está realizando constantes debates e audiências sobre o tema. Há inclusive projetos de Lei em tramitação na Câmara dos Deputados tratando do assunto. Em audiência realizada em março deste ano na Câmara, o primeiro-vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Donizetti Giamberardino, esclareceu que o orgão está revisando a norma e que deverá, em breve, publicar a resolução que regulamentará definitivamente a telemedicina. Isso deve ocorrer após aprovação da plenária do conselho, composta por 28 conselheiros. O objetivo da resolução é estabelecer regras tanto para o Sistema Único de Saúde (SUS) quanto para consultórios privados.

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